Jornal do Brasil

Quinta-feira, 16 de Agosto de 2018 Fundado em 1891
Informe JB

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Jan Theophilo


Ogro vs Huck

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O “Ogro” gerou uma baita dor de cabeça para Luciano Huck. Ele foi processado por João Marcelo Vieira, que alegou ter ficado insatisfeito com a transformação do velho opalão herdado de um tio, que de tão esculhambado ganhou esta alcunha. Com mais de 30 anos rodados, o “Ogro” não abria as portas e só acionava a ignição com o uso de um canivete e ainda assim só pegava no tranco. Em 2005, João concordou em participar do quadro “Lata Velha”, cantando uma versão do “O Sole Mio” em troca da reforma do carro. Só que a oficina Nittro Hot Rods, que trabalha com a produção do programa, precisou usar peças de uma Caravan para fazer todos os reparos. João virou um ogro. Em 2007, entrou na Justiça contra a Globo e a oficina, alegando que haviam descaracterizado o seu possante.  No fim do mês, a 7ª Câmara Cível do TJ do Rio rejeitou a pretensão de João Marcelo, negando inclusive os pedidos de embargos de declaração. 

Chuva de problemas

Anda dura a vida de Anthony Garotinho. Além dos problemas com os filhos, ontem o procurador Mendelssohn Kieling, que havia se lançado pré-candidato do PMB (Partido da Mulher Brasileira) ao governo do estado, deu entrada no TRE com um pedido para anular a convenção do partido que decidiu apoiar a chapa de Garotinho.

Dúvida

Perguntar não ofende. Mas o que diria a juíza Denise Frossard ao ver seu colega de partido, Comte Bittencourt, candidato a vice de Eduardo Paes? O mais publicável adjetivo que Denise usava para se referir ao ex-prefeito era “bicho peçonhento”. Não é por nada não, é só pra gente ficar sabendo.

Meu paipai

O deputado Marco Antônio Cabral, filho de vocês sabem quem, diz que é vítima de Fake News e jamais cogitou esconder o nome de seu pai. Imperial, porém, recusou-se a conceder entrevista sobre a situação. A coluna faz o registro, na certeza que a lembrança de tal sobrenome atrairá ao deputado um caminhão de votos.

Vá ao Teatro 1

Um grupo de 90 moradores de rua, hoje acolhidos nos abrigos da Prefeitura, fará sexta-feira um programa diferente. Eles vão à Cidade das Artes assistir à peça “Nefelibato”, que conta a história de um personagem que, ao perder todas as suas economias, vai morar...na rua. Após a apresentação, haverá um debate com o elenco e o diretor, Amir Haddad, fundador do Grupo Tá na Rua.

Vá ao teatro 2

A peça, de autoria de Regiana Antonini, se passa nos anos 90. O personagem principal é um empresário que acaba falindo, após a decisão do governo de confiscar parte da caderneta de poupança da população. O personagem transita da lucidez à loucura. A peça tem direção de Fernando Philbert e supervisão artística de Haddad.

Cena carioca

Galvão Bueno e Arnaldo Cezar Coelho jantavam com um grupo de amigos anteontem na Fiorentina. Nas mesas ao redor, os clientes, discretos, pareciam não saber quem era a turma. Até que Galvão se empolgou com um discurso e Arnaldo sacou o celular para gravá-lo. Como se tudo estivesse combinado a galera em volta começou a gritar: “Lula livre! Lula livre!”

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LANCE LIVRE

O desembargador Reis Friede, presidente do Centro Cultural da Justiça Federal, lança quinta-feira o livro “Revisão da Lei da Anistia – Um Contraponto”, na Biblioteca do Exército. “Nossas Mulheres”, espetáculo que marca os 45 anos de carreira de Edwin Luisi no teatro, estreia sábado no Teatro Ipanema. O Instituto Arcádia realiza dia 15, às 13h, o Seminário “Diálogo sobre os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável”, no CCBB. 



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