"A União, os estados e os municípios não precisam da reforma tributária, quem precisa da reforma é a sociedade, para que os tributos sejam mais leves, mais eficientes, menos penosos para as empresas e, com isso, dêem mais competitividade à economia nacional", disse Palocci. Segundo ele, a arrecadação dos entes federados (União, Estados e Municípios) está muito boa. "Por isso, temos a oportunidade de fazer uma reforma tributária para a sociedade."
Palocci defendeu uma reforma tributária que beneficie o Brasil: "É preciso que possamos construir o melhor desenho para o sistema tributário para que o país seja beneficiado. Não está na hora de beneficiar o governo federal ou os governos estaduais, está na hora de beneficiar a economia do país, o consumo das famílias e o desenvolvimento das empresas", reforçou.
Já o relator da reforma, Sandro Mabel (PR-GO), destacou como pontos positivos o equilíbrio e o amadurecimento das propostas, além da segurança jurídica que o texto dá a todos os entes que participam da reforma. Para o relator, a reforma destina-se à população, "já que vai reduzir a carga tributária".
Mabel disse que continua acatando as sugestões para alterações no texto, naquilo que for possível. "Não posso fazer reforma para um estado, por exemplo. Temos que fazer uma reforma que sirva para o Brasil inteiro. Não posso atender pontualmente a um estado que não quer a reforma. O importante é que essa reforma é para o Brasil, ela não é para estado A, B, C ou D."
As informações são da Agência Brasil.
(Redação - InvestNews)